o que e mutaçao
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o que e mutaçao   Empty o que e mutaçao

Ter 17 Fev - 10:34
ola , queria saber o que  e  mutação ?
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o que e mutaçao   Empty Re: o que e mutaçao

Ter 17 Fev - 14:23
boa tarde

o ideal seria perguntar ao google para obter uma resposta técnica

basicamente seria um problema ocorrido no momento da formação dos gens, um acidente,que se for para melhor fazemos seleção dos melhores exemplares e é fixado por cruzamento a tal mutação. 
hoje por exemplo as galinhas tem varias cores, sendo que selvagens são negras.
tem pessoas que tem olhos azuis e outras verde
tem curio que repete 4 min e outros nada
periquitos na australia livres são todos verde
as mutações ocorridas na natureza nas aves não são fixadas pois elas ficam expostas a seus predadores e somem mesmo antes da reprodução.
basicamente é por ai
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William Davis
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o que e mutaçao   Empty Re: o que e mutaçao

Ter 17 Fev - 22:50
Mutação
Como todo ser vivo as aves podem ser acometidas por diversas deformidades físicas, sobretudo cromáticas, que podem ser fruto de disfunções hormonais, alimentação inadequada ou deficiente, mas principalmente, de mutações genéticas, que provocam uma mudança na coloração das penas e, às vezes outras partes do corpo. Geralmente essas mutações atingem genes codificadores de algum pigmento, que no caso deixa de ser produzido, ou passa a ser produzido em maior ou menor quantidade. No caso das aves, as diferenciações que ocorrem na plumagem podem tornar os indivíduos muito especiais e chamativos.
O indivíduo mutante na natureza
É difícil definir com precisão o comportamento que o indivíduo mutante terá em relação a outros da mesma espécie, já que as divergências entre os registros desses indivíduos são várias. Alguns indivíduos estudados são caracterizados como pouco sociáveis a outros da mesma espécie, outros são considerados como indivíduos que interagem com o bando do mesmo jeito que os indivíduos normais. Já em relação ave/humano, os leucísticos e albinos, por exemplo, geralmente são mais arredios em relação aos outros espécimes. No caso do melanismo, os indivíduos não são afetados quanto ao comportamento, existindo espécies onde o melanismo é uma variedade estabelecida, sendo que os indivíduos melânicos interagem e se reproduzem normalmente com os não-melânicos.
Noções básicas de cores e pigmentos
Cores
Existem dois tipos de cores básicas (pigmentos eutróficos verdadeiros) que podem ser observadas nas aves:
Cor Melânica: Melanina: Existem duas classes principais de melanina: eumelanina, que nas aves variam da cor negra ao cinza azulado; e feomelanina, que variam da cor castanho escuro ao bege claro. Se distribuem principalmente no eixo das penas e na periferia.
Cor Lipocrômica: Se apresenta em várias gradações de vermelho, amarelo ou simplesmente branca.
OBS: As colorações azul, verde e violeta são definidas de acordo com a luz que tem contato com as penas.
Pigmentos
Melanina: Produz “cor” em humanos e em aves (café, preto e variações) e confere resistência às penas das aves.
Caroteno: Também chamado de carotenóide, produz as cores laranja, amarelo e vermelho. Esse pigmento é adquirido dos alimentos que as aves consomem.
Porfirina: Produz as cores verde, rosa e vermelho. É um grupo de pigmentos nitrogenados de estrutura química semelhante à hemoglobina.
 
Leucismo
Leucismo é uma deficiência de fundo genético que ocasiona alterações no corpo dos indivíduos acometidos. Leucismo é caracterizado pela perda completa do pigmento melanina (dos dois tipos eumelanina e feomelanina) nas ESTRUTURAS DE COBERTURA da pele (penas, pelos ou escamas) mas sem perda de melanina cutânea (olhos, mucosas, derme), deixando-os com a coloração branca. É causada pelo bloqueio da síntese de melanina, caracterizado por alelos mutantes, discrepância na expressão de genes impedindo a pigmentação das estruturas afetadas. No leucismo, a ave afetada perde tanto a melanina quanto os pigmentos carotenóides. Esta mutação pode ocorrer de forma total ou em somente partes do corpo do indivíduo. Espécimes irregularmente manchados são também denominados “arlequim” (arlequinismo).Se o indivíduo for completamente branco (com a derme pigmentada) é um Leucistico; sendo predominantemente branco mas com manchas de outra cor, é um leucistico com Arlequinismo normocronico; Se a cor dominante for a normal para a espécie mas há manchas leucisticas, classifica-se como normocromico com arlequinismo leucistico. Mesmo indivíduos leucísticos completamente brancos podem ser diferenciados de indivíduos albinos: a cor do olho no primeiro é normal, enquanto no albino os olhos são vermelhos. Os animais leucísticos não são mais sensíveis ao sol do que qualquer outro. Pelo contrário, são mesmo ligeiramente mais resistentes, dado que a cor branca possui um albedo elevado, protegendo mais do calor.
 
Albinismo
O Albinismo se caracteriza pela perda total dos pigmentos, tanto da melanina quanto dos carotenóides, podendo ocorrer em todo o corpo ou em partes dele. Diferentemente do leucismo, onde apenas as penas perdem a coloração, o indivíduo albino apresenta-se com coloração branca, bico e patas mais claros e os olhos, por não possuírem coloração, apresentam a cor vermelha dos vasos sanguíneos. Um indivíduo albino possui baixa resistência, principalmente ao sol, apresentando visão mais fraca e, às vezes, fotofobia.
 
Melanismo
O melanismo se consiste no aumento da produção de melanina, conferindo coloração mais escura ao indivíduo. Indivíduos melânicos se associam normalmente com outros indivíduos da mesma espécie, já que o melanismo não traz doenças associadas como o albinismo.
O caso dos rapinantes
No caso de algumas espécies de rapinantes, os indivíduos melânicos são chamados de indivíduos morfo escuro, fase escura, ou o termo em inglês “dark morph”. Nesse caso, a mutação não surge ao acaso, sendo que ela já está estabelecida. Numa mesma ninhada é possível haver indivíduos melânicos e não-melânicos. Os rapinantes “morfo escuro” apresentam essa coloração pelo resto da vida. O melanismo nesse caso dificulta a identificação das aves em campo, já que essas possuem uma coloração diferente da original e podem ser confundidas com outras espécies.
Dentre as aves de rapina brasileiras já foram registradas as seguintes espécies com morfo escuro:
Gavião-de-cabeça-cinza - Leptodon cayanensis;
Caracoleiro - Chondrohierax uncinatus;
Gavião-do-banhado - Circus buffoni;
Águia-chilena - Geranoaetus melanoleucus;
Gavião-de-rabo-branco - Geranoaetus albicaudatus;
Gavião-de-asa-larga - Buteo platypterus;
Gavião-papa-gafanhoto - Buteo swainsoni;
Gavião-de-cauda-curta - Buteo brachyurus;
Uiraçu-falso - Morphnus guianensis;
Falcão-relógio - Micrastur semitorquatus;
Gavião-Carijó - Rupornis Magnirostris (registrado no Suriname).
 
Cianismo
O cianismo se consiste na perda dos pigmentos carotenóides, que geralmente dão cor amarela, vermelha, laranja, dentre outras. Nesse caso, o indivíduo passa a apresentar apenas a melanina, mostrando cor azul. É mais comum em Psittacidae, devido a possuírem geralmente pigmentos azul e amarelo para formar o verde.
 
Esquizocromismo
Também conhecido como esquizocroísmo, é a ausência total ou parcial de melanina. No caso de ausência total, existem oscarotenóides, pigmentos coloridos que vão do amarelo ao vermelho (por isso a cor dos que apresentam essa mutação) e também protegem do excesso de luz. Existem duas classificações de esquizocromismo:
 
Flavismo
A ausência parcial da melanina (nesse caso ainda pode ser observado um pouco da cor original da ave), porém presença de pigmentos carotenóides. A ave flavística ou canela se apresenta com a coloração diluída, devido à perda parcial de melanina, tanto da eumelanina (pigmento negro) quanto da feomelanina (pigmento castanho).
 
Luteinismo
A ausência total da melanina, porém presença de pigmentos carotenóides. Portanto a ave apresenta-se geralmente amarela, além de possuir olhos vermelhos.
 
Outras mutações

Existem mutações que apenas modificam a coloração de uma parte da plumagem em particular. São mais comuns em aves domésticas. Exemplo desse tipo de mutação é a mutação opalino em psitacídeos. Em Agapornis roseicollis, por exemplo, essa mutação provoca um aumento da área rosada da face do animal, extendendo-a até a nuca e pescoço. No periquito australiano (Melopsittacus undulatus), essa mutação provoca, principalmente, a diminuição das marcações negras. Em aves cuja criação em cativeiro ocorre à muito tempo, como o diamante mandarim (Taeniopygia guttata), essas mutações são bem comuns. Nos diamantes mandarins ocorrem dezenas dessas mutações. Em aves selvagens essas mutações são muito raras.


Fonte:www.wikiaves.com.br
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