Canário Belga e demais tipos. Leiam (super interessante)
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em Ter 10 Jan - 0:01
Entre os passarinhos que, com seus gorjeios e trinados, alegram-nos os lares, nenhum há mais popular que o canário. É a linda avezinha tão pouco exigente na alimentação e nos cuidados, a ponto de ser mínimo o lapso de tempo empregado em seu simples tratamento. Em compensação desse pequeno trabalho, ele nos delicia os ouvidos com seus belos cantos. Facilmente adaptável à vida de prisioneiro o canário se faz logo manso, coisa que não acontece com os outros pássaros, quando são caçados e postos em gaiolas e, ainda mais, ou melhor, o que é tudo, aninha sem mais rodeios e reproduz em viveiros. Nisso tudo vai a imensa estima e popularidade em que é tido o encantador passarinho.

Os canários têm sido domesticados há séculos e, pode-se dizer, onde vai a civilização também vão eles. Em toda a Europa, na Ásia e pode-se dizer em todo o mundo, assim bem como em nosso país existem milhares de canários reprodutores e muitas sociedades destinadas à criação e aperfeiçoamento da raça. Vários jornais e revistas se editam em alguns países, ocupando-se exclusivamente de pássaros de gaiolas e, nas grandes cidades há, anualmente, exposições dos melhores produtos.

Parece que os canários se aclimatam bem por toda a parte, desde que se os não exponha aos rigores do tempo. Quando já estão habituados, eles são capazes de suportar surpreendentes graus de frio, onde, talvez, outros pássaros sucumbissem. Não é coisa rara na Inglaterra, vê-los sadiamente em viveiros externos, durante o ano inteiro.

ALIMENTAÇÃO:

Como dissemos linhas atrás, são simples as exigências alimentares do canário. Alpiste a que tem sido acrescentadas algumas sementes de nabiça e um bocadinho de cânhamo, eis uma ração principal que, quem possui apenas alguns pássaros geralmente compra já misturada. Além da ração de sementes, também dá-se aos canários alguma verdura, especialmente a couve, muita couve, colocando as folhas entre as varetas da gaiola.

Consoante a estação, esse cardápio pode ser alterado, fornecendo-se aos canários ora uns biscoitinhos ora alguma fruta fresca.

Principalmente na primavera e no começo do verão, os agriões, a aveia , as diversas espécies de grama, são aconselháveis. 

Também é muito bom o pão molhado em leite a escaldar, dado frio e por intervalos. 

As comidinhas delicadas não devem ser ministradas aos canários demasiadamente úmidas. 

Tudo quanto for alimentação úmida deve ser dado rigorosamente fresco e limpo, pois em caso contrário adoecerão as avezinhas. 

Osso de Siba também nunca deve faltar nas gaiolas e nos viveiros de canários.

O cânhamo, conquanto um bom auxiliar da ração, não deve ser dado em excesso, porque engorda e pode tornar os canários tão moleirões, a ponto de pararem de cantar e, casos excepcionais, chegarem mesmo a morrer.

Quando os canários param de cantar devido ao excesso de alimentação, será bom ministrar-lhes alguns dos alimentos estimulantes conhecidos com restauradores de canto, ou outros alimentos preparados vendidos na praça e de efeitos semelhantes.

Quando for o tempo da "muda", um pouco de sementes de linhaça misturada com o alpiste dizem ser bom para dar brilho à nova plumagem. 

Essas sementes hão de, porém, ser dadas em pequena porção, porquanto são prejudiciais si comidas em excesso. 

Uma ração de bichinhos, fornecida lá uma vez ou outra, faz bem aos passarinhos que não progridem. 

Os passarinhos delicados podem comer alpiste, sementes de nabiça e cânhamo, posto de molho em água pura, por espaço de 24 horas, e depois enxaguados e escorridos. 

Durante o período de procriação, assim que os canários começam a formar pares, convém dar-lhes ovos cozidos todos os dias. 

Prepara-se essa ração, esmigalhando um ovo cozido, bem duro, ou passando-o através de uma peneira, ajuntando-lhe em seguida igual porção de pão, ou de bolachas sem sal, também esmigalhando tudo. 

Essa alimentação pôde também ser ministrada a pássaros isolado, com intervalo de uma semana. 

Quando as canárias começam botar e depois chocar,elas precisam ser alimentadas com ovos cozidos, cada 03 ou 4 dias, e até mesmo com menor freqüência. 

Dizem que juntando-se, mas em pequena porção, açúcar mascavo à ração de ovos, isso faz com que as canárias muito novas não se prejudiquem na postura dos primeiros ovos. 

Quando os filhotes deixam a casca deve-se fornecer-lhes ração de ovos, de uma vez.

Pessoas entendidas recomendam que, durante o 1º dia, deve-se dar aos filhotinhos somente gema de ovo cozido


A essa ração acrescentam-se migalhas de pão, diariamente, até ao 3º dia de alimentação de  cozidos.

Têm sido feitas diversas tentativas no sentido de regular o suprimento da ração de ovos, ou de outro qualquer alimento delicado, de modo a ser a mesma ingerida sem prejuízo. 

A quantidade há de variar consoante cada caso individual. 

O suprimento de sementes não há de faltar, sem ser levado em conta o que houver de outra alimentação. É muito conveniente que a ração de ovos seja ministrada aos filhotes, até que eles já estejam bem fortes e sejam capazes de quebrar alpiste por si mesmos. 

O alpiste triturado deve também ser dado aos filhotes, para aliviar o trabalho dos progenitores convindo, todavia, que seja afastado de tal ração o cânhamo, porquanto sua casca encerra substância venenosa que pode matar os pássaros novinhos.

A água pura e fresca, os canários podem tomar em qualquer ocasião.

Banho:

Normalmente, a maior parte dos pássaros toma banho todos os dias, pelo que se deve oferecer aos passarinhos cativos a mesma oportunidade. 

Nas gaiolas abertas, usadas comumente para passarinhos de canto, para que eles se banhem à vontade retira-se o fundo das mesmas, colocando-as sobre uma vasilha que contenha água. 

Quando as gaiolas são abertas na frente e não possuam fundo móvel, costuma-se ajustar-lhes à porta aberta pequenas gaiolas-banheiros. 

Tais gaiolinhas, enquanto tenham apelas algumas polegadas de largura comportam sempre uma banheira para colocar água. 

Muitos jamais viram banho e, mesmo que se lhes ofereça algum banho e, mesmo que lhes ofereça algum não sabem para que serve. 

Quase sempre o hábito de renovar-se a ração de alpiste e a água de beber, faz provocar nos pássaros engaiolados o desejo de tomar banho; não se lhes dando eles procurarão arranjar-se com a pouca da água que lhes puserem para beber. 

Quando algum passarinho teimar em não tomar banho, ponha-se no fundo da banheira com água um pouco de  areia limpa e ele não resistirá mais. 

Após apresentar a banheira com água, escorre-se toda água, indo a areia para secar e poderá ser utilizada novamente.

Durante a muda, o pássaro não deverá banhar-se mais que 02 vezes na semana. 
A canária poderá banhar-se desde o dia da eclosão dos ovos.

Apos o nascimento dos filhotes a fêmea poderá se banha após 3 ou 4 dias de vida dos filhotes .

A MUDA:


Os canários renovam sua plumagem uma cada ano.

Nos adultos, a muda começa desde março, sendo seus 1º sinais a presença de alguma pena de asa ou de cauda, no fundo da gaiola. 

Essas penas grandes são derrubadas aos pares, de modo que uma de cada lado da asa, ou de cada lado da cauda, cai mais ou menos na mesma ocasião. 

Em circunstâncias ordinárias, nunca o canário ficará com as asas e o rabo despidos inteiramente de grandes penas. 

Também a plumagem do corpo vai sendo mudada aos poucos, de modo que exceto a cabeça, não há normalmente partes grandes de corpo inteiramente desfeitas de penas, em qualquer época. 

Tratando-se de reprodutores de ambos os sexos, a muda geralmente vem logo depois passado o tempo de reprodução .

Os filhotes mudam as penugens do corpo logo que deixam o ninho, mas conservam as primeiras penas do rabo e das asas ainda por um ano. 

Nos canários sadios, a muda completa pede cerca de 2 meses ( 6 a 8 semanas). 

Muito embora seja a muda uma situação anormal, os canários não exigem geralmente cuidados especiais durante ela, atravessando-a em boas condições. 

Na época da muda, os canários ficam como que apáticos e quietos,  convindo, por isso, não os perturbar.

Os banhos com banheira com água se reduzem nessa ocasião a 2 semanalmente, mas, caso eles não os procurem, não se deve molhá-los de modo algum. 

Será bom então adicionar ovo cozido ou pão umedecido, à ração que eles estão acostumados , 1 ou 2 vezes por semana. 

Em vez de água pura, pode dar aos canários uma vitamina de boa qualidade, podendo-se também juntar à ração de ovos.

Um pouquinho de linhaça misturada no alpiste dará às novas penas um brilho intenso, não conseguido por outros meios.

Quando a muda não vem no tempo habitual, pode-se  provocá-la algumas vezes cobrindo a gaiola com um pano bem escuro e a colocando em local quente e abrigado, onde o canário não seja incomodado.

Uma muda incompleta é sempre sintoma de idade avançada ou de doença.

Neste último caso, é possível melhorar a situação do pássaro, dando-lhe alimentos de assimilação fácil e carinhosa proteção na muda imediata.

Uma mudança brusca de temperatura, ou um resfriamento súbito, pode retardar o andamento da muda e, possivelmente, causar sérias perturbações. 

Dando o pássaro sinais de estar sofrendo, será necessário colocá-lo local aquecido e bem abrigado. 

CRIAÇÃO :

Para canários, no Brasil, a época de reprodução começa propriamente a 15 de Julho

Há amadores que conservam os casais durante o ano inteiro: a prática aconselha porém, ter os sexos separados, exceto quando em reprodução.

Quando vai se aproximando o tempo de procriação, os canários cantam vigorosamente, com gorjeios demorados e altos, e tornando-se impacientes, muito ativos.

 As canárias - até então indiferentes, respondem com umas chamadinhas altas, batem as asinhas e demonstram, por todos os modos seu interesse. 

Reúnem-se  os casais sem ser preciso o aparecimento de tais indícios mas, geralmente, isso serve apenas para prolongar o tempo de procriação, não advindo daí nenhum resultado prático. 

Quando se fizer necessário, o instinto de reprodução deve ser excitado pela junção de ovos cozidos e verdura à ração comum

Havendo oportunidade, os canários engaiolados são polígamos, pelo que muitos criadores colocam 2 e até mesmo 3 canárias para um só um macho.

Outros, mais acertadamente, mantém seus canários aos pares,não só por ser mais fácil de lidar com eles, como ainda porque nascidos os filhotes, também os machos auxiliarão as canárias nos cuidados dos primeiros dias.

Quando houver bigamia, o canário deve ser posto em uma gaiola dividida por divisórias em 3 compartimentos.

O macho fica no aposento do meio, indo uma canária para cada lado. 

Durante meio dia o canário irá gala uma das fêmeas, na outra metade do dia, irá galar a outra fêmea.

Com esta disposição, precisará de uma alimentação balanceada e correta em nutrientes.

Começando as canárias a botar e em seguida, o macho entra logo em disponibilidade. 

Para um casal somente, fabricam-se gaiolas, tendo uma divisão no meio da gaiola. 

Colocam-se cada qual em seu compartimento, deixando-se que não fiquem juntas.

O macho começará logo a dar de comer à canária, através das grades, isso ao cabo de um ou 2 dias ou, talvez mesmo, à primeira vista.

Observadas as boas relações, move-se a divisória, ficando o casal à vontade.

Quando a gaiola não possui a divisória móvel, geralmente os 2 se põem ter contato em alimentar um ao outro no bico. Depois disso o canário tentará galar a fêmea que cederá .

Depois de reunidos em casal, a fêmea começa a carregar peninhas no bico, ou a procurá-la no fundo da gaiola. 

Devesse fornecer material para a fêmea confeccionar o próprio ninho.

Pode ser fios de 5 cm de juta ou barbante pendurados dentro da gaiola para a fêmea puxar esse material para dentro do ninho.

Assim que que  fêmea terminar de confeccionar o ninho, isso pode acontecer rápido ou demorar alguns dias.

Fios muito grande de juta ou barbante podem ocasionar acidentes com a fêmea e os filhotes, porque podem embaraçar as patas das canárias e as dos filhotinhos.

Tudo quanto for destinado à fabricação do ninho há de ser perfeitamente limpo e livre de poeira. 

Amadores há que preferem colocar nos viveiros ninhos já prontos; isto é de vantagem, pois se encontram fêmeas que não gostam de cumprir com o seu dever.

Dos ninhos comprados feitos o melhor é o confeccionado de lã ou feltro.

Cada termino de ninhada desse ser lavado e higienizado para a próxima ninhada.

Na falta dele, serve uma caixinha de madeira, tendo de profundidade uma polegada e um quarto, ou mesmo mais pouco.

Toda a caixa destinada a servir de ninho deve ter um forro de feltro, o qual pode ser colado, para sua fixação. 

Terminada a época, basta lavar o ninho e já se terá desgrudado todo o feltro. 

Seja qual for o material dos ninhos, eles devem ficar suspensos à altura de uma polegada sobre o nível dos poleiros, evitando-se com isso que os filhotes deixem os ninhos logo cedo. 

Após uma semana até um 10 dias  a fêmea galada botará  o primeiro ovo, sendo que, em condições normais, ela bota na parte da manhã das 6:00 hs a 8:00 hs da manhã, convém incomodar a fêmea nesse horários citados. 

O número de ovos varia entre 3 a 6 ovos , mas o comum são 4 a 5 ovos.

Uma vez botados, os ovos devem ser imediatamente recolhidos, o que se consegue com o auxílio de uma colher de chá, cuidadosamente, a fim de se não quebrar a delicada casca. 

Deve substituir cada ovo original por ovos de plásticos ( indez).

Esse processo ajudará os filhotes nascerem em dois dias todos os filhotes, isso facilitará os pais tratarem por igual. 

Eles hão de ser guardados, envoltos de sementes de pianço, ou outro qualquer material assim delicado, mas em local fresco. 

Não hão de ser tocados e nem devem esbarrar uns com outros. 

Assim que for botado o último ovo, todos eles devem voltar de novo para o ninho.

A remoção dos ovos, para depois repô-los ao ninho , trocando os de plásticos (indez) pelos verdadeiros , esse método tem sido atualmente bem utilizado por criadores.

Deve fazer no 7º dia a ovoscopia dos ovos para saber se foram galados.

Faça através de uma lâmpada posicionada abaixo da lâmpada. 

Os filhotes deverão nascer no 13º até 15º dia.

Os filhote a partir do 6º ao 7º dia devem ser anilhados.


Ovo preso: Deixa bem morno o óleo de azeite em uma colher de sopa , depois passe na cloaca da canária sem apertar e forçar.


Passe o óleo de azeite morno em volta da cloaca da fêmea em movimentos bem leve e circulares.

Depois devolva a fêmea para gaiola e deixe-a tranquila e aguarde que ela botará ovo preso.

Se em 30 minutos, será necessário manter a fêmea suspensa por alguns minutos sobre o vapor de água quente, mas tendo o orifício de saída voltado de maneira a perceber o vapor. 

Um bom método consiste em encher um jarro de pescoço estreito, ou mesmo uma garrafa, com água quente, cobrindo a boca do recipiente com qualquer pano bem ralo; sobre esse pano, mantém-se a canária, com todo o cuidado, por espaço de um ou dois minutos, para receber assim o jato de vapor. 

O ovo cairá, muitas vezes, logo em seguida, sobre o pano ou, o que é mais comum, cairá na gaiola, a canária o botará normalmente.

Todo o viveiro de canários deve estar provido de areia limpa, convindo mudá-la, no mínimo, um dia sim, um dia não. 

Salvo esses cuidados indispensáveis e a provisão de alimentos, de água e as facilidades de banhos de sol nos períodos da 8:00 hs as 9:00 hs , será mínimo o trabalho dado pelos canários aos seus criadores.

Costumam alguns criadores, quando os filhotes têm 8 dias de idade, remove-los para um novo ninho, quando o ninho primeiro estiver infestado de parasitas. 

Quando assim for, antes de passar filhotes para outro ninho limpo, será necessário o uso de um repelente para prevenir o aparecimento de piolhos, pulverizando o ninho e se necessário os filhotes com um repelente que possa se pulverizado nos filhotes.

Com 20 até 30 dias os filhotes abandonam o ninho.

Deixa-se que os filhotes companhem os pais, até que aprendam a comer sozinhos; a separação completa somente se efetuará quando eles já puderem quebrar alpiste, ou qualquer outro grão destinado ao seu sustento. 

É de bom aviso a continuação da ração de ovos por algum tempo,sendo a pouco e pouco diminuída, em sua quantidade, a ponto de ficarem os filhotes acostumados à simples ração e as sementes de alpiste, ou de outro grão que tal.

Muitas vezes os canários criam até 3 ninhadas por período de reprodução estação, e a fêmea pode estar pronta  para procriar, estando seus filhotes já com 3 semanas de idade. 

Para se obter isso, basta apenas providenciar-se para o fornecimento de material do novo ninho; o resto irá por conta do casal.

Removidos os canários novos da companhia de seus progenitores, eles não hão de ficar em contato com outros mais velhos ou mais fortes, por algum espaço de tempo. 

No primeiro dia de separação, haverá muito cuidado com eles: se houver algum que não queira, ou não possa comer sozinho, dever-se-á logo passá-lo, outra vez, para a companhia dos pais.

Se bem que grande parte das perdas de canários se dê justamente por esta ocasião, havendo cuidado na comida e na limpeza, os prejuízos se reduzirão ao mínimo.

*** Todos os dados constantes deste artigo foram resumidos da monografia editada pelo Ministério da Agricultura dos Estados Unidos da América do Norte e da autoria do Dr. Alexandre Wetmore, assistente biologista do Bureau of Biological Survey, do citado departamento, de Washington.

Esta monografia é intitulada CANARIES: THEIR CARE AND MANAGEMENT.

Naturalmente foram introduzidas pelo editor no presente texto algumas modificações indispensáveis, sendo portanto os conselhos aqui exarados, completamente aplicáveis ao Brasil e às nossas condições especiais: haja vista a época da muda, da reprodução, a alimentação etc.


editado em 10/01/2017


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em Ter 10 Jan - 10:10
Bom dia , ótimo artigo


Até mais



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em Ter 10 Jan - 12:10
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Muito obrigado. 


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em Ter 10 Jan - 16:25
Boa tarde amigos Criadores de Pássaros !

Eder,

Ótimo artigo !

Obrigada por compartilhar com todos !

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em Ter 10 Jan - 18:26
Boa tarde amigos Criadores de Pássaros !


Eder,
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