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Diamante Mandarim - Guia Básico para Criação e Reprodução.

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Diamante Mandarim - Guia Básico para Criação e Reprodução.

Mensagem por Luan Lacinta em Sab 1 Out - 0:02

Relembrando a primeira mensagem :

O Diamante Mandarim 




nome científico é Taeniopygia guttata, foi um dos pássaros de gaiola mais populares por mais de 100 anos! Eles são originários da Austrália e pertencem a família Estrildidea. Na natureza, eles são resistentes pássaros de grama, vivendo em grupos e procriando em colônias. Lá, eles ocupam terras com gramas e arbustos, savanas secas, áreas abertas, pastos e terras cultivadas, comendo principalmente semente de grama que eles encontram no chão. 








Características Físicas do Diamante Mandarim 








Os pássaros Diamante Mandarim alcançam o tamanho de 10 cm. Suas cores normais ou cores selvagens contém muitas áreas distintamente coloridas. Os machos têm bochechas Coloridas. A garganta é pintada de preto e branco, e bem abaixo tem uma coleira preta; A parte de baixo do corpo é branca, enquanto os lados são avermelhados com pontos brancos. A fêmea é similar, embora não tão colorida quanto o macho. Os lados de sua cabeça. garganta e parte de cima do peito são cinza, e os lados do corpo são cinza escuro. O bico do macho é alaranjado avermelhado e o bico da fêmea é geralmente mais claro. Hoje, com procriação seletiva, você consegue encontrar o Diamante Mandarim numa variedade de cores e padrões que incluem arlequim, castanho-amarelado e branco. Mandarins são naturalmente encontrados em cerca de 90% da Australia.






Aqui podemos ver, a fêmea a esquerda, e o macho a direita.


A Alimentação do Diamante Mandarim 


Comida fresca e água devem ser fornecidos diariamente. Uma boa mistura de sementes para canários suprem suas necessidades de semente de grama e painço, estando disponível prontamente nas lojas de animais. Eles são muitos mais vegetarianos que a maior parte dos pássaros que comem sementes, por isso sempre devem ser oferecidos muitas verduras, sementes, frutas, painço, legumes e até aveia. Eles também vão precisar de proteína, como por exemplo larvas de tenébrio e ovos. 
Barrinhas de semente com mel, frutas e vegetais são legais para seu pássaro, assim como nutritivos. Você pode deixar uma vasilha com areia limpa e própria para pássaros, bem como osso de siba, que é um ótima fonte de cálcio, que dá ao seu pássaro um bico firme e ajuda as fêmeas no momento da reprodução. O cal presente no osso também ajuda na digestão.


Gaiolas e Acessórios Para o Diamante Mandarim 


O Pássaro Diamante Mandarim têm uma grande necessidade de movimento. Uma gaiola com espaço horizontal para vôo é melhor que uma gaiola vertical. Uma gaiola com 70 cm por 50 de altura é um bom tamanho. Coloque a gaiola em um local bem ventilado, porém, deve-se estar longe de correntes de ar, ficando apoiada n parede ao nível dos olhos. Deve ser um local bem iluminado, mas deve estar longe de portas e janelas onde a exposição direta de luz do sol pode superaquecer o Mandarim. Forneça dois ou três poleiros de madeira macia. Galhos de árvores com tamanhos similares podem ser bons poleiros e vão ajudar a aparar as unhas naturalmente. Forneça vasilhas separadas de comida, água, verduras e legumes. Coloque papel no fundo para ficar mais fácil efetuar a limpeza. Os Diamantes Mandarins preferem um lugar fechado para dormir à noite. Cocos e ninhos de madeira, iguais ao de periquito australiano, funcionam bem.




Criação em Colônia 


Diamante Mandarim se dá bem em aviários ou gaiolas coletivas, contudo devem ser deixados juntamente com outros pássaros semelhantes, e nunca com Psitacídeos, como agapórnis e periquitos. Vasilhas com comida, água, grãos e água para banho devem ser fornecidas junto com ninhos e poleiros. Ramos com bastante folhas, grama alta ou junco, e arbustos densos fazem o espaço mais agradável para os Diamantes, além de fornecer material para os ninhos.


Manutenção do Diamante Mandarim 


Embora o Diamante Mandarim precise de pouco tempo no cuidado, um ambiente limpo, bem como comida fresca e água limpa diariamente é o mínimo necessário para prevenir doenças. Um cuidado básico da gaiola inclui limpeza diária das vasilhas de comida e da água. Lavagem semanal dos acessórios do aviários, incluindo os poleiros também é recomendado. 


Comportamentos Sociais do Diamante Mandarim 


O Diamante Mandarim vão se aproximar para conhecer você e até mesmo confiar em você, mas eles não vão se tornar íntimos. Mandarins vivem naturalmente em bandos, eles são muitos sociais e devem ser mantidos em pares, não sozinhos. Mas, se você mantiver muitos pares, eles vão bicar uns aos outros se o local estiver superlotado.


Criando e Reproduzindo o Diamante Mandarim 


Os Diamantes procriam facilmente, mesmo em gaiolas pequenas. Eles demonstram comportamento de reprodução durante todo o ano, tais como escolher o local dos ninhos, coletar materiais, e cortejar a fêmea. O tamanho de uma gaiola de procriação deve ser pelo menos 30cm quadrados de espaço para cada pássaro. Os ninhos devem ter aproximadamente 10cm X 10cm X 10cm. Se você for reproduzir o Diamante Mandarim em viveiros coletivos, forneça dois ninhos para cada casal, e eles devem ser colocados o mais alto possível e separados dos outros ninhos. Também forneça muito material macio. O macho faz a maior parte do trabalho de construção de ninho. Para reproduzir os pássaros devem ter pelo menos 9 meses de idade, de forma a evitar problemas com a postura dos ovos e pais imaturos. A fêmea poderá botar de 4 a 6 ovos. O macho e a fêmea vão alternar o processo de chocar os ovos, que irão eclodir com cerca de 12 a 14 dias. Ambos os pais vão alimentar os recém-nascidos. Neste período, forneça verduras frescas diariamente, e alimentos macios, tais como pão molhado no leite, ovo cozido, ou cenoura ralada. Os filhotes de Diamante Mandarim deixam o ninho com aproximadamente 4 semanas depois que eles nascem, e em 5 ou 6 semanas poderão ser separados completamente dos pais.


Potenciais Problemas na Criação dos Diamantes Mandarins.


Os Diamantes Mandaris são pássaros fortes e quase todas as doenças possíveis estão ligadas a uma dieta imprópria ou ambiente sujo. Eles são também suscetíveis ao frio, e devem ser mantidos a um temperatura superior a 18°C. Uma dieta balanceada e espaço para voar podem prevenir muitas doenças. Conheça seus pássaros e observe por mudanças drásticas como indicação de uma possível doença. Alguns sinais de doenças para se prestar atenção são manchas que não são pretas e brancas, penas que estão arrepiadas, falta de apetite, respiração ruidosa, sonolência e voar baixo.
Algumas das doenças comuns e ferimentos que o seu Diamante Mandarim pode contrair são asas ou pernas quebradas, feridas abertas, bicos e unhas crescidos mais que o normal, penas atrofiadas, queda de penas, cãibras de confinamento nas pernas por estar em uma gaiola muito pequena, perda de peso, apoplexia de calor, choque, concussão, aglutinação de ovos, diarreia, ácaro, resfriados, calvície, pernas escamosas, olhos inflamados, tumores, e constipação. Primeiro você pode tentar isolar seu pássaro numa “gaiola hospital” onde você deve cobrir todas as partes da gaiola, menos a frente, e adicionar uma lâmpada para manter a gaiola na temperatura constante de 30°C. Remova todos os poleiros e coloque os pratos de comida e água no chão. Se você não notar melhora dentro de poucas horas, leve seu pássaro ao veterinário para diagnóstico e tratamento.




Onde Comprar o Diamante Mandarim 


Os Mandarins são prontamente encontrados na industria de animais de estimação com sua coloração normal (ou selvagem), bem como nas cores arlequim, castanho-amarelado e branco. Por se reproduzirem tão facilmente em cativeiro, acabam por ser passarinhos bem baratos.
Particularmente eu prefiro comprar de criadores, pois você tem garantia de que esta comprando uma aves 100% saudável.


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Re: Diamante Mandarim - Guia Básico para Criação e Reprodução.

Mensagem por ROBERTA em Seg 12 Mar - 14:52

Boa tarde. Preciso muito de ajuda sobre criação de Mandarim. Há 2 anos comprei duas fêmeas e elas sempre se deram bem. Tem uns 6 meses, troquei de gaiola (era daquelas tradicionais pequenas) por uma gaiola/viveiro 100cmx70cm. Daí resolvi comprar um macho, nessa hora o terror começou.

Uma das fêmeas começou a bater no macho filhote. Ficou extremamente territorialista, acabamos separando ele para não causar muito estresse e com uma certa frequência, colocavamos ele na gaiola grande pra ficar um pouco com elas. Ele ficava ali até começar a apanhar da outra, daí separavamos novamente. Há mais ou menos 45 dias, estava colocando a gaiola deles de manhã para fora de casa, e uma das fêmeas infartou (?), rotina foi sempre a mesma, eles estavam separados, eu troquei estava trocando a ração e ela morreu. Ficou só a fêmea agressiva. 

Comprei no mesmo dia uma nova fêmea (bem bebê, diga-se de passagem) e coloquei com a outra. Ela, como já esperado começou a bater na fêmea nova. Colocamos o macho junto, que começou a bater na agressiva. O problema é que a briga é muito feia, machucam de sangrar... Novamente compramos um macho para que ficassem de casal. Daí todos estavam na mesma gaiola. TODOS se batem, se machucam, tem dia que um está super dominante, tem dia que outro. NENHUM se dá bem, eles ficam machucando MUITO a pequena, que já tá sem pena na nuca e com machucados no bico. Eles não dão sossego um pro outro, é o tempo inteiro, parece que só vão parar quando se matarem. O estranho é que no criador eles ficam em 20 passarinhos, numa gaiola menor que essa, e não há agressão. Esse último machinho ficamos por alguns minutos observando o comportamento para poder escolher o mais tranquilo, chegou na gaiola depois de 3 dias, começou a bater também. Não consigo ver solução. Hoje estou revezando eles na gaiola grande, mas nunca consigo paz. Já tentei enriquecer o ambiente, mas não faz muita diferença, eles até se distraem por alguns minutos com a novidade Existe alguma solução?

Estou prestes a me desfazer de 3 deles e ficar só com a bebezinha, que por sinal é muito dócil inclusive com humanos.
Essa é a gaiola:
Na esquerda o macho mais antigo, que apanhava e hoje bate nas fêmeas.
Na direita no galho, a fêmea mais bebezinha, só apanha.
No meio a fêmea mais antiga, que batia no macho.
O outro machinho tá numa gaiola pequena separada... mas bate nos outros e apanha tb.
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Re: Diamante Mandarim - Guia Básico para Criação e Reprodução.

Mensagem por Bruno Machado em Seg 12 Mar - 17:23

@ROBERTA escreveu:Boa tarde. Preciso muito de ajuda sobre criação de Mandarim. Há 2 anos comprei duas fêmeas e elas sempre se deram bem. Tem uns 6 meses, troquei de gaiola (era daquelas tradicionais pequenas) por uma gaiola/viveiro 100cmx70cm. Daí resolvi comprar um macho, nessa hora o terror começou.

Uma das fêmeas começou a bater no macho filhote. Ficou extremamente territorialista, acabamos separando ele para não causar muito estresse e com uma certa frequência, colocavamos ele na gaiola grande pra ficar um pouco com elas. Ele ficava ali até começar a apanhar da outra, daí separavamos novamente. Há mais ou menos 45 dias, estava colocando a gaiola deles de manhã para fora de casa, e uma das fêmeas infartou (?), rotina foi sempre a mesma, eles estavam separados, eu troquei estava trocando a ração e ela morreu. Ficou só a fêmea agressiva. 

Comprei no mesmo dia uma nova fêmea (bem bebê, diga-se de passagem) e coloquei com a outra. Ela, como já esperado começou a bater na fêmea nova. Colocamos o macho junto, que começou a bater na agressiva. O problema é que a briga é muito feia, machucam de sangrar... Novamente compramos um macho para que ficassem de casal. Daí todos estavam na mesma gaiola. TODOS se batem, se machucam, tem dia que um está super dominante, tem dia que outro. NENHUM se dá bem, eles ficam machucando MUITO a pequena, que já tá sem pena na nuca e com machucados no bico. Eles não dão sossego um pro outro, é o tempo inteiro, parece que só vão parar quando se matarem. O estranho é que no criador eles ficam em 20 passarinhos, numa gaiola menor que essa, e não há agressão. Esse último machinho ficamos por alguns minutos observando o comportamento para poder escolher o mais tranquilo, chegou na gaiola depois de 3 dias, começou a bater também. Não consigo ver solução. Hoje estou revezando eles na gaiola grande, mas nunca consigo paz. Já tentei enriquecer o ambiente, mas não faz muita diferença, eles até se distraem por alguns minutos com a novidade Existe alguma solução?

Estou prestes a me desfazer de 3 deles e ficar só com a bebezinha, que por sinal é muito dócil inclusive com humanos.
Essa é a gaiola:
Na esquerda o macho mais antigo, que apanhava e hoje bate nas fêmeas.
Na direita no galho, a fêmea mais bebezinha, só apanha.
No meio a fêmea mais antiga, que batia no macho.
O outro machinho tá numa gaiola pequena separada... mas bate nos outros e apanha tb.
Ao que parece pela foto, eles estão brigando para tentar pegar o ninho mais alto, minha recomendação é tirar uma das fêmeas, deixar apenas um casal e apenas 1 ninho, veja oque acontece após isso


lol!
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Re: Diamante Mandarim - Guia Básico para Criação e Reprodução.

Mensagem por ROBERTA em Seg 19 Mar - 9:51

@Bruno Machado escreveu:
@ROBERTA escreveu:Boa tarde. Preciso muito de ajuda sobre criação de Mandarim. Há 2 anos comprei duas fêmeas e elas sempre se deram bem. Tem uns 6 meses, troquei de gaiola (era daquelas tradicionais pequenas) por uma gaiola/viveiro 100cmx70cm. Daí resolvi comprar um macho, nessa hora o terror começou.

Uma das fêmeas começou a bater no macho filhote. Ficou extremamente territorialista, acabamos separando ele para não causar muito estresse e com uma certa frequência, colocavamos ele na gaiola grande pra ficar um pouco com elas. Ele ficava ali até começar a apanhar da outra, daí separavamos novamente. Há mais ou menos 45 dias, estava colocando a gaiola deles de manhã para fora de casa, e uma das fêmeas infartou (?), rotina foi sempre a mesma, eles estavam separados, eu troquei estava trocando a ração e ela morreu. Ficou só a fêmea agressiva. 

Comprei no mesmo dia uma nova fêmea (bem bebê, diga-se de passagem) e coloquei com a outra. Ela, como já esperado começou a bater na fêmea nova. Colocamos o macho junto, que começou a bater na agressiva. O problema é que a briga é muito feia, machucam de sangrar... Novamente compramos um macho para que ficassem de casal. Daí todos estavam na mesma gaiola. TODOS se batem, se machucam, tem dia que um está super dominante, tem dia que outro. NENHUM se dá bem, eles ficam machucando MUITO a pequena, que já tá sem pena na nuca e com machucados no bico. Eles não dão sossego um pro outro, é o tempo inteiro, parece que só vão parar quando se matarem. O estranho é que no criador eles ficam em 20 passarinhos, numa gaiola menor que essa, e não há agressão. Esse último machinho ficamos por alguns minutos observando o comportamento para poder escolher o mais tranquilo, chegou na gaiola depois de 3 dias, começou a bater também. Não consigo ver solução. Hoje estou revezando eles na gaiola grande, mas nunca consigo paz. Já tentei enriquecer o ambiente, mas não faz muita diferença, eles até se distraem por alguns minutos com a novidade Existe alguma solução?

Estou prestes a me desfazer de 3 deles e ficar só com a bebezinha, que por sinal é muito dócil inclusive com humanos.
Essa é a gaiola:
Na esquerda o macho mais antigo, que apanhava e hoje bate nas fêmeas.
Na direita no galho, a fêmea mais bebezinha, só apanha.
No meio a fêmea mais antiga, que batia no macho.
O outro machinho tá numa gaiola pequena separada... mas bate nos outros e apanha tb.
Ao que parece pela foto, eles estão brigando para tentar pegar o ninho mais alto, minha recomendação é tirar uma das fêmeas, deixar apenas um casal e apenas 1 ninho, veja oque acontece após isso

Olá Bruno, obrigada pela ajuda. Me indicaram um ninho fechado para que haja menos disputa. Acabei doando um dos meus machos e separei a fêmea bebê, me apeguei nela. Os outros dois estão inclusive acasalando, a paz parece ter sido restituída no viveiro, porém gostaria de colocar todos juntos. Quem sabe com o ninho fechado eu consiga alguma coisa.
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